Impasse na PEC 47 gera indignação e expõe desgaste político no Amapá
A Proposta de Emenda à Constituição nº 47 (PEC 47), que representa o sonho de milhares de trabalhadores vinculados ao processo de transposição, voltou ao centro do debate político nacional diante de entraves que têm atrasado seu avanço no Senado Federal. No foco das críticas está o senador Lucas Barreto (PSD-AP), acusado por beneficiários e lideranças do movimento de adotar uma postura que tem dificultado o andamento da matéria.
A PEC 47 é vista como uma medida de justiça histórica, destinada a corrigir distorções enfrentadas por servidores que contribuíram para a construção do Estado do Amapá e aguardam, há anos, o reconhecimento de seus direitos. No entanto, segundo representantes do movimento da transposição, a atuação do senador não tem contribuído para destravar o processo, gerando frustração, revolta e sentimento de abandono entre os diretamente afetados.
Entidades e beneficiários afirmam que, em vez de atuar como facilitador do diálogo e defensor dos interesses do estado, Lucas Barreto tem adotado posições consideradas ambíguas e pouco efetivas, o que, na prática, resulta em atraso e insegurança para milhares de famílias. A insatisfação cresce à medida que o tempo passa e nenhuma solução concreta é apresentada.

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